Al-Asuquf
   “AMAR OU SER-AMADO: EIS A QUESTÃO”

-Veja a simplicidade desse texto retirado da net...

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Gestalt, Dialogicidade e a Participação Amorosa


em Gabriel Marcel


Adriano Holanda*


“O próprio mundo tende (...)


a aparecer ora como simples campo


de exploração, ora como


escravo adormecido”


(Gabriel Marcel)


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“Amar” alguém, é tarefa relativamente fácil, em especial em nossos dias de relações tão fortuitas. A grande dificuldade e o grande segredo das relações afetivas talvez esteja justamente no seu “oposto”: na permissão de ser-amado.



A categoria do ser-amado, aqui, para nós, implica em abertura, em disponibilidade, em permissão ao Outro de tocar a intimidade, a subjetividade que é, antes de tudo, intersubjetiva. Ser-amado implica em se dispor, verdadeiramente, à relação com o Outro, tornando este Outro, presença ante mim e tornando-me um transcendente de mim-mesmo.



Amar ou Ser-amado se torna um questionamento fundamental quando se mostra a questão sob a qual se instalam todas as relações humanas: a dialética da relação não está nem em mim, nem no outro, mas na construção que se estabelece entre duas entidades, num espaço que Martin Buber denomina o “entre”. A dialética da relação amorosa está em se transcender o indivíduo e se tornar pessoa-em-relação.



A reflexão que ora apresentamos procura analisar as relações humanas, em especial a relação amorosa, a partir de uma compreensão Dialética conforme proposição da Gestalt-Terapia e da Filosofia Dialógica de Martin Buber. Aliado a isto, associa elementos do pensamento de Gabriel Marcel, com ênfase para o sua idéia de “participação amorosa”. A rigor, a perspectiva do trabalho recai sobre um dos elementos centrais para uma moderna compreensão do trabalho e do legado atual da Abordagem Gestáltica, a saber, a intrínseca compreensão relacional do ser humano.



O amor tem de ser transcendente: transcendente à própria realidade concreta do vivido imediato. Transcendente à temporalidade consciente. No ato de amar toda a dimensão temporal está envolvida: passado, presente e futuro se confundem e se combinam. Seria possível, contudo, “definirmos” o amor? Melhor seria dizer que o amor é uma fantasia, vivida a dois, na esperança de se reencontrar o céu. O que podemos afirmar com segurança é que o amor é uma das formas de se existir no mundo, e é uma das formas mais concretas de realizar esta existência.



Falar de amor é mergulhar na poesia do real, na fantasia do desejo, na perspectiva do encontro. Amar é abertura, disponibilidade, entrega, é procura e realização, é busca contínua. Falar do amor é repassarmos todos aqueles filmes que nos fizeram chorar, as poesias que nos fizeram suspirar, mas é, principalmente, relembrarmos todos aqueles momentos que nos fizeram sentirmo-nos plenos.



Como exemplifica Buber, a plenitude do Eu-Tu se dá na relação entre esposos, enquanto esta for descoberta contínua, como revelação de um ao outro. E esta é uma das problemáticas do existencialismo que, em suas diversas proposições sai em busca de uma superação da questão do individualismo. E só se supera o individual no relacional. E, paradoxal e dialeticamente, somente se alcança a essência deste individual quando na relação com o outro.



O amor revela a essência da vida: “Assim é a vida. Cair sete vezes, levantar-se oito” , como assinala Barthes.



Diante disto não nos colocaremos de outra forma senão a que consideramos a mais justificável: a fórmula segundo a qual se estabelece que a existência se faz, na concretude de sua colocação no mundo, diante dos demais existentes. Esta concepção traz à tona a questão da individualidade e ao mesmo tempo da massificação, bem como da grupalidade e da relação, da exigência de mundaneidade e da transcendência. Partiremos de uma análise desta questão da individualidade e do individualismo, de como que a Gestalt surge numa perspectiva de mudança deste paradigma, para a seguir, traçarmos alguns paralelos com a compreensão de relação amorosa no pensamento de Gabriel Marcel e de Martin Buber.


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“A coisa não está nem na partida,


nem na chegada, mas na travessia”


(Guimarães Rosa)
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-...que questão fácil!

 Escrito por Abimael Carlos às 11h09
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   "Todos os governos obtêm seus justos poderes pelo consentimento dos governados."

Estava procurando uma maneira boa de mostrar que religião e governo não combinam. Achei um texto ótimo enquanto lia um livro. Este segue-se: (OBS: texto feito por americano... norte-americano... melhor: -estado-unidense!)
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"(...)

Neste país é admitido que o poder de governar resida nas próprias pessoas; que elas sejam a única fonte legítima de autoridade. Por muitos séculos antes da formação do nosso governo, antes da promulgação da declaração de independência, as pessoas tinham meramente pouca vós em assuntos do estado. A fonte de autoridade não estava neste mundo; reis não eram coroados por seus súditos, o cedro não era erguido pelo consentimento dos governados. O rei sentava em seu trono pela vontade de Deus, e por essa razão não precisava dar satisfações às pessoas pelo exercício de seu poder. O rei comandava e as pessoas obedeciam. Ele era o senhor de seus corpos, e seu companheiro, o padre, era o senhor de suas almas. O governo do mundo era moldado em cima do reino dos céus. Deus era um autocrata supremo no céu, cuja vontade era a lei, e o rei era o supremo autocrata na mundo cuja vontade era a lei. O Deus no céu tinha seres inferiores para fazer sua vontade, e o rei na Terra tinha alguns favoritos e oficiais para fazer a sua. Esses oficiais tinham que responder a ele e ele era responsável perante Deus.



O sistema feudal deveria estar de acordo com o plano divino. As pessoas não eram governadas pela inteligência, mas por ameaças de punições e promessas de recompensas. Nenhum esforço era feito para iluminar as pessoas comuns; ninguém pensava em educar um camponês - em desenvolver a mente de um trabalhador. As pessoas eram criadas para apoiar tronos e altares. O destino deles era trabalhar e obedecer - trabalhar e querer. Era para eles ficarem satisfeitos com cabanas e choupanas, com ignorância e trapos, e suas crianças não deveriam esperar mais do que isso também. Na presença do rei eles se ajoelhavam, e diante do padre eles se humilhavam no mesmo chão. O próprio camponês dividia seu lucro com o estado, porque ele imaginava que este protegia seu corpo, ele dividia seu pedaço de pão com a igreja, acreditando que esta protegia sua alma. Ele era a vítima do trono e do altar - um deformava seu corpo, o outro sua mente - e esses dois abutres se alimentavam de seu árduo trabalho. Ele foi ensinado pelo rei a odiar os povos de outras nações, e pelos padres a desprezar os crentes de todas as outras religiões. Ele foi considerado inimigo de todos os povos exceto de seu próprio. Ele não teve simpatia com os camponeses de outras terras, escravizados e saqueados como ele mesmo era. Ele foi mantido na ignorância, porque a educação é o inimigo da superstição e porque a educação é inimigo daquele egotismo freqüentemente confundido por patriotismo.



O homem bom e inteligente guarda em suas afeições o que há de bom e verdadeiro em cada terra - as fronteiras dos países não são as limitações de sua simpatia. Não se importando com a raça, ou cor, e ama aqueles que falam outras línguas e adoram outros deuses. Entre ele e aqueles que sofrem, não há nenhum abismo intransponível. Ele saúda o mundo e estende a mão da amizade à raça humana. Ele não se curva diante de um deus provincial e patriótico - aquele que protege sua tribo ou nação, e sente repugnância do resto da humanidade.



Através das eras de superstição, cada nação insistia que ela era a preocupação peculiar do verdadeiro Deus, e que ela sozinha possuía a verdadeira religião - que os deuses de outras nações eram falsos e fraudulentos, e que outras religiões eram pecaminosas, ignorantes e absurdas. Desta forma as sementes do ódio foram sendo semeadas e dessa forma as chamas da guerra se ascenderam. Os homens não tinham simpatia para com aqueles de aparência diferente, para com aqueles que se ajoelhavam sob outros altares e expressavam seus pensamentos em outras palavras - e até mesmo uma diferença nas peças de vestuário os colocavam além da simpatia dos outros. Cada peculiaridade era o alimento do preconceito e a desculpa para o ódio.



As fronteiras das nações foram finalmente cruzadas pelo comercio. De alguma forma as pessoas se tornaram conhecidas, e eles descobriram que as virtudes e os vícios estavam bem distribuídos igualmente. Finalmente, os súditos se tornaram de alguma forma conhecidos dos reis - camponeses tiveram o prazer de olhar para príncipes e era palidamente percebido que as diferenças estavam na maioria das vezes nos trapos e nos nomes.

(...)"


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---Trecho retirado de netbook na internet.---



(Símbolo da banda "Bad Religion".)

 Escrito por Abimael Carlos às 11h57
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   "A Morte e as Mortes"

-este texto foi enviado a mim por e-mail, muito interessante... se lhe interessa, leia e reflita!
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Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo. É a fronteira entre o passado e o futuro.

Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas.

Quer ter um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.

Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior. E, qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos inacabados, híbridos, adultos infantilizados".

Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade etc. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos.

Quer ser alguém ,líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga melhor e mais evoluído? Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?

Pense nisso e morra!

Mas, não esqueça de nascer melhor ainda!



 Escrito por Abimael Carlos às 13h37
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   A ESCOLA EXCLUI OS HOMOSSEXUAIS? (parte 3)

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minha opnião:
vivemos num país teóricamente democrático, e com liberdade de escolha... estão não temos que reprimir os homosexuais, não deveríamos ser contra, a escolha é deles(as), se não gostamos... também não deveríamos ser a favor! mas acho q todos devem ter os mesmos direitos, todos são humanos... não me venham com desculpas! ninguem á mais humano que o outro!!!

(casal de homens)


(casal de mulheres)

 Escrito por Abimael Carlos às 17h00
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   A ESCOLA EXCLUI OS HOMOSSEXUAIS? (parte 2)

Nas escolas privadas, aceita-se o matriculado, mas não se tolera o educando com tendência homossexual. A diferença entre escola pública e privada, nesse particular, é que, naquela, não há o princípio de tolerância. Para algumas escolas conservadoras, não há diferença entre o aidético e o homossexual: todos sofrem com o preconceito social.

Lembro-me, no início de meu magistério, em duas escolas públicas estaduais, em Fortaleza, no Ceará, onde lecionei língua portuguesa, casos de reprovação ou mesmo de atitudes agressivas ou condutas hostis de professoras com relação a alunas lésbicas, sob o argumento de que, enquanto tivessem explicitamente a opção homossexual, não seriam aprovadas na disciplina. Onde o culpado pelo preconceito sexual?

Começo por lançar algumas propostas de reversão desse preconceito: primeiramente, aponto quem considero responsável pelo preconceito contra os homossexuais no século XX: o Estado.

Explico: O Estado tem contribuído nos avanços culturais com relação à questão da sexualidade e às reivindicações das massas, mas esses avanços foram mais em termos de discurso jurídico e esvaziado de práxis. O Estado promoveu iniciativas judiciais em favor das minorias de cor, de sexo ou de raça, todavia chegamos ao final do século XX, com muita cerimônia na discussão sobre sexualidade, sobretudo sobre sua faceta homossexual.

Neste século XXI, cremos que o Estado, através de uma Constituinte Planetária, deverá revelar e consolidar os valores éticos e morais da nova sociedade informática, a começar pela própria América Latina, revisando, assim, através de uma democracia direta (via Internet) a longa tradição secular e jurídica de dissimular a diversidade de comportamento sexual, de modo a fazer, abertamente, a judicialização da sexualidade humana.

Cremos que nos próximos dez anos, o Estado Nacional venha a determinar, juridicamente, que a homossexualidade não é uma inversão ou doença como julgam alguns párocos e educadores mais duros, mas uma opção sexual e, por que não dizer um método anticoncepcional eficaz nas políticas públicas de controle de natalidade, em que tem como base o respeito ao comportamento das pessoas, casais ou famílias atraídas, sexualmente, por indivíduos do mesmo sexo. Em substância, no século XXI em construção, a homossexualidade não será tabu.

Sem fundamento jurídico que condene o comportamento sexual, não haverá proibição ou perseguição à homossexualidade. Nisso, talvez desapareça a noção de gênero, isto é, de diferença biológica de masculino e feminino, em que todos nós, homens ou mulheres, seremos apenas andróginos.

Estaremos, enfim, numa época em que corpo, alma, ecologia e sexualidade constituirão novo ramo bioético. Isso não é futurologia, mas revolução ecossexual, em que o respeito às diferenças de gênero e opção sexual é a base para o desenvolvimento humano e da sustentabilidade.

Reconheço que o tema merece maior reflexão, razão pela qual ei-lo como proposta de fórum permanente, tema recorrente, para apreciação e julgamento dos inquisidores da moral e dos bons costumes.

Vicente Martins
Professor do Curso de Letras e Educação da UVA

 Escrito por Abimael Carlos às 16h55
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   A ESCOLA EXCLUI OS HOMOSSEXUAIS?

Estamos, do ponto de vista tecnológico, na sociedade informática. Mas, em se tratando de educação em valores ainda estamos na Idade Média, reproduzindo a cosmovisão dos nossos ancestrais: continuamos a não respeitar as diferenças de sexo, cor e até de ideologia.

Quero dizer, numa palavra: em se tratando de civilização brasileira, avançamos muito pouco com relação às idéias sobre corpo, alma e sexualidade inculcadas no século XVI. A escola reproduz os valores e ideologia de épocas da sociedade.

A situação é ainda mais acentuada quando fazemos referência às questões de ordem sexual no âmbito da educação escolar. O tema é, em geral, visto com olhar enviesado, estreito, apesar de a sociedade democrática ter escolhido, a partir do século XVIII, as instituições de ensino, em todos os níveis, para acolher as grandes questões que inquietam o meio social que envolvem temas do trabalho, da justiça, linguagem, moral ou sexualidade humana.

A homossexualidade é tema que educadores, sejam diretores, coordenadores ou professores, com ou sem pós-graduação, fazem questão de silenciar. Nós evitamos comentar o assunto. Ignoramos as crianças e adolescentes com tendências homossexuais e ficamos torcendo, de forma iníqua, que no futuro, isto é, na fase adulta, os homossexuais mudem de opção sexual.

Na mídia, quando o tema é levantado, a intenção é gerar polêmica, como se fez, em um programa televisivo, em rede nacional, o carismático Marcelo Rossi, o padre pop, que, ao ser indagado, sobre o que pensava sobre homossexualidade, simplificou em dizer se tratar de doença, o que acabou por provocar ação judicial impetrada por entidades gays do país.

Não há de ser oportuno, no âmbito da educação escolar, uma reflexão sobre o assunto? Por que a escola não é lugar para respeitas as diferenças sexistas? Na condição de educador e com minha heterossexualidade definida, poderia continuar indiferente à problemática da sexualidade. Diria, assim, alguns educadores: “ Se não sou homossexual, o que tenho a ver com os que o são?. Exatamente, por termos nossa opção sexual resolvida que devemos ter uma preocupação com aqueles que, sendo crianças ou adolescentes, estão se definindo sexualmente para a vida.

Se faço referência às escolas públicas, em particular, direi que lá essa questão da homossexualidade sofre com um preconceito muito acentuado. Se faço referência às escolas privadas, aqui, pouco se discute, pouco se fala, pouso se reflete, gerando, não poucas vezes, comportamento sutilmente agressivo de professores com relação aos alunos homossexuais, sejam meninos ou meninas.



 Escrito por Abimael Carlos às 16h54
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   Hannah


and u?

 Escrito por Abimael Carlos às 16h31
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   believe or not believe...

I don't believe in trouble
I don't believe in pain
I don't believe there's nothing left
but running here again

I don't believe in promise
I don't believe in chance
I don't believe you can resist
the things that make no sense

I don't believe in silence
cos silence seems so slow
I don't believe in energy
the tension is too low

I don't believe in panic
I don't believe in fear
I don't believe in prophecies
so don't waste any tears

I don't believe reality would be
the way it should
But I believe in fantasy
the future's understood

I don't believe in history
I don't believe in truth
I don't believe that's destiny
or someone to accuse

I believe, I believe!!!

I don't believe in trouble
I don't believe in pain
I don't believe there's nothing left
but running here again

I don't believe in promise
I don't believe in chance
I don't believe you can resist
the things that make no sense

I don't believe in silence
cos silence seems so slow
I don't believe in energy
the tension is too low

I don't believe in panic
I don't believe in fear
I don't believe in prophecies
so don't waste any tears

I believe!!!

I want you to try, try
to needing to know why, why
No kidding, no sin, sin
No running, no win, win
I believe!!!

No angels, no girls, girls
No memories, no Gods, Gods
No rockets, no heat, heat
No chocolate, no sweet, sweet
I believe!!!

I want you to try, try
to needing to know why, why
No kidding, no sin, sin
No running, no win, win
No angels, no girls, girls
No memories, no Gods, Gods
No rockets, no heat, heat
No chocolate, no sweet, sweet

No feeling, no secrets...
The silence you feel...
which hides you from
the real...
I want you to try, try
needing to know why, why

I believe, I believe!!!
>

>

>

>

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-música retirada da trilha sonora do filme "corra, lola, corra!" (run lola run soundtrack - believe)

 Escrito por Abimael Carlos às 16h24
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